O texto analisa os movimentos recentes de Rogério Marinho e aponta que seu foco está claramente voltado ao cenário nacional. A atuação como coordenador da campanha presidencial do PL e a perspectiva de disputar a presidência do Senado ou a disputa pelo Governo do Estado? O que pesa mais? Diante disso, conheça nossa opinião sobre como será o desfecho dessa indefinição. O anúncio deve ocorrer até fevereiro.
O calendário eleitoral de 2026 impõe prazos e etapas decisivas já a partir de janeiro. No Rio Grande do Norte, o mês será fundamental para anúncios de pré-candidaturas, alianças e reposicionamentos partidários. As decisões esperadas podem redefinir o cenário político estadual para a disputa majoritária e proporcional.
A nominata independente de pré-candidatos a deputado federal no RN chega a 2026 praticamente desarticulada após sucessivas tentativas frustradas de alianças. O MDB, visto como alternativa viável, não avançou, e alguns nomes já recuaram ou mudaram de projeto. Restam, agora, poucas opções além da migração para nominatas já consolidadas.
A articulação nacional do PL indica que Rogério Marinho está praticamente fora da disputa pelo Governo do RN. O senador concentra esforços na formação das chapas ao Senado e na construção de sua candidatura à presidência da Casa em 2027. Permanecer no cenário estadual enfraqueceria esse projeto. Com isso, Álvaro Dias desponta como o nome da direita para a eleição estadual.
Em entrevista à FM 96, Paulinho Freire foi direto ao tratar das eleições de 2026, defendendo a união da oposição, embora a considere improvável no primeiro turno. O prefeito confirmou apoio a aliados e explicou que a filiação partidária de Nina Souza dependerá das nominatas. Nos bastidores, Paulinho planeja disputar o Governo do Estado em 2030, usando as alianças de 2026 como base para esse projeto.
O PT do Rio Grande do Norte concentra sua estratégia em impedir que o MDB integre o palanque de Allyson Bezerra, devido ao impacto direto no tempo de rádio e TV. A legenda avalia que uma eventual aliança ampliaria excessivamente o espaço eleitoral do prefeito de Mossoró. Por isso, o partido aposta na articulação nacional para manter o MDB na coligação. Walter Alves, nesse contexto, perdeu protagonismo após erros políticos e quebra de confiança.

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