A pré-campanha é um período legalmente permitido, mas com limites claros, especialmente quanto ao pedido explícito de voto. Embora a legislação tenha se tornado mais permissiva após a redução do tempo oficial de campanha, excessos podem gerar consequências jurídicas. No Rio Grande do Norte, há pré-candidatos que atuam no limite da legalidade. A soma de atos e publicações pode resultar em futuras ações eleitorais.
A Ação de Investigação Judicial Eleitoral que pede a cassação do prefeito de Natal voltou a tramitar após o TRE-RN validar, por unanimidade, as provas obtidas por escuta ambiental. O processo entra agora na fase final de instrução, com intimação dos réus para novas providências e posterior apresentação de alegações finais. Mesmo em caso de condenação, os efeitos não devem ser imediatos, pois caberá recurso à segunda instância. A eventual inelegibilidade só poderá ocorrer após decisão colegiada.
União Brasil e PP formam chapa conjunta para deputado federal, ainda em fase de consolidação. Três deputados de mandato lideram a nominata, reforçada por Kelps Lima. A federação busca completar os nove nomes com competitividade eleitoral. A projeção aponta para cerca de 490 mil votos na soma geral.
O PL estrutura sua nominata federal com três deputados de mandato e reforços estratégicos como Nina Souza. A meta do partido é eleger três deputados e disputar a quarta vaga. A indefinição sobre o substituto de Daniel Marinho ainda impede uma projeção mais precisa. A estimativa atual aponta para 420 mil votos na chapa.
A federação Brasil da Esperança está finalizando sua nominata para deputado federal no RN. PT, PV e PCdoB já definiram seus nomes e projetam ultrapassar 350 mil votos apenas com candidaturas, além do voto de legenda. A estimativa é eleger três deputados e disputar a quarta vaga nas sobras. A eventual candidatura ou não de Fátima ao Senado pode alterar a composição da chapa.
A janela partidária, aberta de 4 de março a 4 de abril, permite que deputados federais e estaduais mudem de partido sem penalidade. No RN, a movimentação deve atingir tanto a Câmara Federal quanto a Assembleia Legislativa. Vereadores, no entanto, não estão amparados pela regra e correm risco de perder o mandato. O período marca as definições finais das nominatas para as eleições.

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