A presença da prefeita Marianna Almeida no lançamento da pré-candidatura de Allyson Bezerra chamou atenção após convite público do PT para que ela fosse vice de Cadu Xavier. A ausência de resposta e a exposição pública do convite geraram constrangimento ao partido. Allyson aproveitou o movimento e atraiu Marianna para sua campanha no Oeste. A precipitação do PT acabou favorecendo o adversário.
Na última mensagem à Assembleia Legislativa, Fátima Bezerra defendeu que o Rio Grande do Norte vive hoje uma situação fiscal e estrutural melhor do que a encontrada em 2019. A governadora destacou obras viárias, investimentos hídricos e avanços em áreas sociais. A oposição criticou a insistência na comparação com gestões passadas. Já os governistas afirmaram que os dados comprovam a recuperação do Estado.
O PT do Rio Grande do Norte avalia cenários eleitorais com e sem Natália Bonavides na chapa de deputado federal. Mesmo com a possível saída dela, o partido acredita que mantém condições de eleger três parlamentares. A principal dúvida envolve a redistribuição dos votos e o equilíbrio interno da federação. Antes de decidir, o partido pretende aprofundar pesquisas e projeções.
Na corrida para 2026, candidatos ao Governo do RN disputam o apoio de prefeitos como se isso fosse decisivo. Apesar dos números inflados nos discursos, a presença efetiva dessas lideranças nos palanques tem sido bem menor. A experiência eleitoral mostra que prefeitos são fundamentais nas disputas proporcionais, mas têm influência limitada nas majoritárias. A história confirma: ajudam, mas não determinam resultados.
A reconfiguração dos palanques eleitorais no RN tem provocado mudanças bruscas de discurso. Walter Alves e Hermano Morais exemplificam esse movimento, ao passarem de aliados do governo a críticos contundentes. Embora a mudança de posição seja legítima, chama atenção a ausência de transição na narrativa. O “cavalo de pau” retórico expõe a lógica dura do jogo político.
Apesar da chapa majoritária praticamente definida, a direita no Rio Grande do Norte ainda passará por mudanças partidárias. Álvaro Dias, Styvenson Valentim e Ezequiel Ferreira estão no centro dessas articulações. As trocas envolvem controle de siglas e acesso ao fundo eleitoral. O movimento também alcança as chapas proporcionais, com destaque para Carla Dickson e Nina Souza.

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