A decisão do PL no segundo turno passa pelo comando de Rogério Marinho e seus planos para 2030.
Na minha leitura, o senador não vê interesse em fortalecer Allyson e não apoiaria o PT. Por isso, a tendência é que os liberais optem pela neutralidade. O palanque de Álvaro, porém, reúne grupos autônomos, que não precisam seguir a posição do partido. Styvenson tende a ficar neutro, enquanto Paulinho Freire e Ezequiel devem escolher um dos lados.