A Assembleia Legislativa do RN deve apresentar, na próxima semana, o projeto com as regras da eleição indireta. O texto está sendo elaborado pela Procuradoria e deve ser votado após o Carnaval. A proposta prevê maioria absoluta, possibilidade de dois turnos e prazos reduzidos. O presidente da Assembleia seguirá no cargo e conduzirá o processo.
O Governo do Rio Grande do Norte tem divulgado dados para mostrar um cenário fiscal mais equilibrado do que o herdado em 2019. Houve crescimento da Receita Corrente Líquida e redução proporcional dos gastos com pessoal. O Estado mantém salários em dia e cumpre os limites constitucionais em saúde e educação. A estratégia busca rebater o discurso oposicionista de ingovernabilidade.
Um convite para o evento “RN do Futuro”, marcado para fevereiro em Natal, circula nas redes e gera especulações sobre o lançamento da pré-candidatura de Allyson Bezerra ao Governo do Estado. Apesar das interpretações, o texto não menciona oficialmente a pré-candidatura. A redação confusa levanta dúvidas sobre o real objetivo do encontro. Resta aguardar o evento para entender sua finalidade.
Tarcísio de Freitas deixa a disputa presidencial após uma sequência de erros políticos e ambiguidades. Antes visto como alternativa viável ao bolsonarismo tradicional, perdeu apoio do Centrão, da Faria Lima, da mídia e do eleitor de centro. Tornou-se pouco confiável para Bolsonaro, que optou por lançar o próprio filho. Sem identidade e sem grupo, Tarcísio se limita agora à reeleição em São Paulo.
O PT intensificou as articulações para garantir os 13 votos necessários à eleição indireta do mandato tampão no Rio Grande do Norte. A estratégia busca viabilizar a saída de Fátima Bezerra do governo para disputar o Senado sem perder o controle político do Executivo. O foco está em deputados que já integraram a base governista e resistem a um alinhamento com a direita. O governo avalia que largou na frente e trabalha com expectativa de vitória.
Atualmente, observa-se a concentração de uma situação análoga à chamada “cracolândia” no entorno do Lar da Criança Pobre, local conhecido popularmente como “o espaço das irmãs”. O que se percebe, na prática, é a inexistência de uma linha diretiva clara voltada à recuperação efetiva das pessoas que ali se encontram. Predominam ações assistencialistas pontuais, sem um projeto estruturado de cuidado, acompanhamento e reinserção social.

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