Allyson Bezerra assumirá a missão de montar as nominatas da federação União Progressista após renunciar à Prefeitura de Mossoró. Ele atuará para evitar saídas de pré-candidatos e completar as chapas federal e estadual. Na federal, busca manter Kelps Lima e preencher três vagas restantes. Na estadual, tenta segurar quatro deputados e enfrentar dificuldades na formação da chapa. A expectativa é eleger três deputados federais e até seis estaduais.
Os partidos se concentram na formação das nominatas para as eleições de outubro, com foco em deputados estaduais. O Republicanos foi o último a iniciar o processo, liderado por Ezequiel Ferreira e outros aliados. Em cerca de 30 dias, o grupo já fechou mais de 25 nomes e prevê ajustes finais. Fábio Dantas projeta uma nominata forte, com potencial para eleger entre sete e oito deputados. O partido também planeja lançar nominata federal, com destaque para Milena Galvão como pré-candidata.
A nominata que está sendo formada pelo Republicanos para a Assembleia Legislativa ganhou novos reforços. O líder político da região do Alto Oeste Potiguar, Dr. Pio X Fernandes e a ex-prefeita Rossane Patriota, tem liderança em Ielmo Marinho e hoje atua no instagram com mais de 81 mil seguidores vão compor a chapa.
A TV Câmara Mossoró, canal 22.2 no sinal aberto, integra a Rede Legislativa de TV e tem como missão promover a comunicação pública de qualidade, com foco na informação, educação e cidadania.
O prefeito Allyson Bezerra antecipou sua renúncia e dará início à pré-campanha para percorrer o Rio Grande do Norte. A saída do cargo marca uma nova fase política, com maior liberdade de articulação e agenda eleitoral. O foco agora será a construção de apoios e presença nos municípios. Também avançam as definições das nominatas e alianças estratégicas.
Nos bastidores do evento do PL, Rogério Marinho atuou para impedir a formação de uma chapa mais forte no RN. Ele vetou nomes como Flávio Rocha e Ezequiel Ferreira, considerados mais competitivos para o Senado. Com isso, acelerou a escolha de Coronel Hélio, que aparece atrás nas pesquisas. A decisão foi interpretada internamente como motivada por interesses pessoais e controle político. O movimento pode favorecer adversários e enfraquecer o desempenho do PL na disputa ao Senado.

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