Atualmente, observa-se a concentração de uma situação análoga à chamada “cracolândia” no entorno do Lar da Criança Pobre, local conhecido popularmente como “o espaço das irmãs”. O que se percebe, na prática, é a inexistência de uma linha diretiva clara voltada à recuperação efetiva das pessoas que ali se encontram. Predominam ações assistencialistas pontuais, sem um projeto estruturado de cuidado, acompanhamento e reinserção social.