Apesar de não haver novas pesquisas registradas no TSE para divulgação no Rio Grande do Norte, é pouco provável que os levantamentos tenham parado. Os recentes acontecimentos políticos podem ter provocado impactos ainda em avaliação pelas campanhas. A ausência de divulgação sugere que os números talvez não estejam favoráveis a nenhum dos principais grupos. Em vez de publicidade, as pesquisas estariam sendo usadas estrategicamente para ajustes internos. Afinal, em período eleitoral, informação é poder — e também arma.
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A formação do palanque da chamada “terceira via” no RN revela forte migração de quadros da base governista. Senadores, prefeitos e deputados que orbitavam o Governo passaram a compor o grupo liderado por Allyson Bezerra. Enquanto isso, o campo da direita não registrou movimento semelhante em direção ao Centro. O texto analisa o “DNA” político dessa nova configuração.
Após críticas pela permanência de seus indicados no Governo, mesmo após o rompimento político, Walter Alves decidiu agir. O vice-governador entrou em contato pessoalmente com cada nome indicado para cargos de comando e solicitou a entrega imediata das funções. As exonerações feitas por Fátima Bezerra ampliaram a tensão e geraram disputa de narrativas. A medida busca reduzir desgastes e encerrar o impasse.
A Assembleia Legislativa pretende votar o projeto que regulamenta a eleição indireta no RN em caso de dupla vacância. O texto define prazos, período de campanha, regras de votação e critérios de desempate. A eleição está prevista para 4 de maio, caso o cenário se confirme. Após aprovação, a lei seguirá para sanção e publicação no Diário Oficial.
A troca de acusações entre Allyson Bezerra e Cadu Xavier e aponta um efeito colateral político: o esvaziamento da candidatura de Álvaro Dias. Desde que foi anunciado candidato da direita, Álvaro perdeu protagonismo. A comparação com a chapa de Rogério Marinho reforça a percepção de queda de patamar. No cenário polarizado que se desenha, Allyson ocupa o centro do debate enquanto Álvaro permanece à margem.
A aparente blindagem da mídia de Natal ao prefeito Paulinho Freire. Há uma defesa constante e desproporcional diante de críticas ou problemas. A mídia briga por Paulinho, quase o idolatra. Ao confrontar essa unanimidade com pesquisas de avaliação, percebe-se uma discrepância. A reflexão final é o que explica tamanha proteção midiática?

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