Faltando 100 dias para a eleição, a avaliação é que Álvaro Dias mantém a estrutura política e o eleitorado bolsonarista, mas não consegue ampliar sua candidatura nas pesquisas. O texto aponta falta de carisma, dificuldades na comunicação e um discurso considerado repetitivo. Também critica a estratégia "Endireita RN", por entender que ela dialoga mais com a direita já consolidada do que com o eleitor de centro. A conclusão é que Álvaro precisa criar uma conexão emocional com o eleitor para ganhar competitividade na reta final da campanha.
Durante entrevista ao programa Contraponto, da FM 96, o pré-candidato ao Governo do RN, Allyson Bezerra (União Brasil), afirmou que não considera indispensável a escolha de um segundo nome ao Senado para compor chapa com a senadora Zenaide Maia (PSD). Segundo ele, essa decisão cabe exclusivamente à senadora e terá seu apoio integral.
O pré-candidato ao Governo do Estado pelo União Brasil, Allyson Bezerra, afirmou que o grupo do deputado Ezequiel Ferreira (PSDB) só poderá integrar sua aliança caso adote o projeto de mudança defendido por sua pré-candidatura. Em entrevista ao programa Contraponto, da FM 96, Allyson destacou que Ezequiel atualmente faz parte da base da governadora Fátima Bezerra e precisa decidir se permanecerá ou não no governo.
O episódio envolvendo o áudio do Banco Master e, agora, o vídeo de Michelle Bolsonaro afirmando ter sido humilhada por Flávio Bolsonaro aprofundam o desgaste da sua candidatura. A avaliação é que parte do eleitorado de direita não bolsonarista começava a enxergá-lo como uma alternativa viável, mas os acontecimentos interromperam esse processo. A reação de Flávio também contribuiu para ampliar a crise. O cenário cria vulnerabilidades que tendem a ser exploradas pelos adversários durante a campanha.
A primeira-dama Janja da Silva cumpre agenda no Rio Grande do Norte nesta semana em uma visita organizada pelo PT. A programação inclui encontros com mulheres, juventude e militantes petistas. O principal objetivo da visita é mobilizar a base partidária e fortalecer a identidade do chamado “time de Lula” no Estado.
Com a aproximação do período das convenções partidárias, os partidos aceleram as articulações para preencher espaços ainda abertos nas chapas majoritárias e proporcionais. No RN, praticamente todas as legendas ainda têm pendências, desde a definição de candidatos a vice-governador e suplentes ao Senado até ajustes nas nominatas de deputado federal e estadual.

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