A campanha de Álvaro Dias começa a explorar a imagem de Flávio Bolsonaro para ganhar novo fôlego na disputa pelo Governo do RN. A estratégia, sugerida por Rogério Marinho, busca nacionalizar a campanha e fidelizar o eleitorado bolsonarista. Pesquisas recentes apontam estabilidade com tendência de queda de Álvaro, enquanto Cadu de Lula se aproxima ou aparece à frente em alguns levantamentos. A aposta no reforço nacional tenta reanimar a militância e evitar uma curva de queda na reta final da campanha.
Rafael Motta acredita que sua dobradinha com Samanda vem ganhando força na disputa pelo Senado. Segundo ele, pesquisas recentes mostram um crescimento simultâneo das duas candidaturas. Na Real Time, os dois somam 30% das intenções de voto e aparecem tecnicamente empatados com os líderes.
Bibiano Azevedo vem ganhando destaque na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa. Candidato pelo MDB, ele aparece em 100% das projeções sobre os possíveis eleitos. A expectativa do partido é conquistar duas cadeiras na eleição.
Foram divulgadas quatro pesquisas nas últimas 24 horas no RN. As entrevistas foram realizadas praticamente no mesmo período. Vamos dar uma olhada nos quatro levantamentos, lado a lado, para termos uma ideia das diferenças entre os números.
A nova pesquisa Datavero mostra Allyson Bezerra mantendo liderança isolada, com 37,56% das intenções de voto. A principal movimentação está na disputa pelo segundo lugar, com Cadu de Lula chegando a 21,14% e Álvaro Dias com 21,40%. Cadu cresceu 6,58 pontos desde 14/08, enquanto Álvaro perdeu 5,08 pontos no mesmo período. Para o Senado, Styvenson Valentim e Zenaide Maia seguem liderando, enquanto Samanda Alves apresenta crescimento contínuo. O elevado número de indecisos mostra que a corrida pelo Senado ainda tem espaço para mudanças importantes.
As pesquisas para deputado estadual precisam ser analisadas além dos números, observando também os municípios onde cada candidato é citado. A Datavero revela ainda um dado preocupante: 59,1% dos eleitores não sabem em quem votar ou não pretendem escolher ninguém. Outro alerta é a confusão entre os cargos: 60% dos que citaram um nome para deputado federal indicaram, na verdade, um candidato a estadual. A três semanas da eleição, convencer o eleitor e ensinar como votar corretamente pode fazer diferença. Na reta final, capilaridade, presença nas ruas e visibilidade serão fundamentais para conquistar os indecisos.

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