No momento em que as nominatas para deputado federal estão sendo fechadas e o prazo para filiações partidárias se encerra, já começam a surgir os primeiros cálculos eleitorais dentro dos grupos, buscando identificar quem são os nomes mais fortes e com maiores chances de sucesso.
Na nominata do PL, o nome de Nina Souza já desponta como a principal puxadora de votos, sendo considerada praticamente eleita. A surpresa da lista deve ser, segundo a maioria dos analistas, o pré-candidato Juninho Saia Rodada, que pode se aproximar dos 100 mil votos. General Girão também aparece entre os possíveis eleitos.
Na sequência, surgem três nomes no chamado “pelotão intermediário”: Pedro Filho, Carla Dickson e Sargento Gonçalves. Neste momento, as projeções apontam para até três eleitos na nominata, com Nina, Girão e Juninho liderando os prognósticos.
Na federação Brasil da Esperança (PT/PV/PCdoB), também se projeta a eleição de três deputados. Natália Bonavides, assim como Nina no PL, deve ser a grande puxadora de votos, com estimativas que apontam para uma votação próxima dos 200 mil votos.
Com isso, Natália é considerada virtualmente eleita. As outras duas vagas, porém, seguem em aberto. A maioria das análises indica Doutor Bernardo como o segundo nome mais forte, com projeção superior a 100 mil votos, enquanto Mineiro e Thabatta Pimenta disputariam a terceira vaga.
Já na nominata formada por União Brasil e PP, a projeção atual é mais conservadora: a tendência é de apenas dois eleitos. O grupo conta com quatro nomes competitivos, mas uma base mais frágil no restante da nominata, o que reduz o potencial de desempenho frente às demais.
João Maia e Robinson Faria concentram a maior parte dos palpites como favoritos, ambos com projeções acima dos 130 mil votos. Benes Leocádio e Kelps Lima aparecem em um segundo pelotão, ainda com chances, mas atrás na disputa.
Vale destacar que todas essas análises são feitas com base no cenário atual. A pré-campanha está apenas começando, com os pré-candidatos intensificando articulações, buscando apoios e formando alianças. O cenário definitivo só começará a se consolidar após as convenções, em agosto, quando a disputa entra em sua fase decisiva.





