As campanhas de Allyson Bezerra, Cinthia de Allyson, Dani Ribeiro e Nágila Diniz compartilham diversos fornecedores de serviços. Entre eles estão empresas de marketing, escritórios de advocacia e contabilidade, gráfica, locadora e alimentação. Os contratos envolvem valores diferentes e mostram uma estrutura de prestadores em comum entre as quatro campanhas. A contratação dos mesmos fornecedores, por si só, não representa irregularidade ou crime eleitoral.
A pesquisa Metadata mostrou Allyson Bezerra saltando de 34% para 43% das intenções de voto para o Governo do RN. Os cruzamentos indicam crescimento tanto entre eleitores de Flávio Bolsonaro quanto entre os de Lula. Os números não apontam, porém, para um derretimento de Álvaro Dias entre os eleitores bolsonaristas. Agora, é preciso observar novos levantamentos para saber se esse salto será confirmado como uma tendência.
A pesquisa Metadata mostrou Allyson Bezerra saltando de 34,2% para 43%, uma alta de 8,8 pontos percentuais. O crescimento chama atenção porque o candidato vinha praticamente estável nas três pesquisas anteriores do instituto. Campanha, propaganda eleitoral e definição dos indecisos podem explicar parte do avanço, mas os números ainda deixam questões em aberto. As próximas pesquisas mostrarão se os 43% representam uma nova tendência ou um registro pontual.
A nova pesquisa Metadata traz mudanças importantes nas disputas pelo Governo e Senado do RN. Allyson dispara para 43%, enquanto Cadu mantém trajetória de crescimento e ultrapassa Álvaro. Para o Senado, Styvenson segue líder e Zenaide ocupa a segunda posição. O destaque é Samanda, que praticamente triplicou seu percentual desde junho e já aparece em terceiro.
O STF se reúne para analisar o pedido de abertura de investigação contra Alexandre de Moraes. Dos oito ministros que poderiam votar, minha avaliação é que quatro já seriam contrários à investigação. Mesmo com os outros quatro favoráveis, o empate impediria a autorização do procedimento. Ainda há dúvidas sobre o rito da sessão e a possibilidade de um pedido de vista adiar a decisão.
A retirada do processo contra Cabo Deyvison da pauta de julgamento mudou os planos de sua campanha. Uma eventual cassação poderia fortalecer o discurso de perseguição e vitimização do candidato. Até concorrentes do próprio PL viam com preocupação o impulso eleitoral que a perda do mandato poderia provocar. Sem o julgamento, Deyvison precisou fazer uma correção de rota e seguir com sua estratégia de campanha.

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