A composição das três principais nominatas para deputado federal, avaliando forças individuais e chances eleitorais. PP/União Brasil e PL devem garantir duas vagas, com disputa por uma terceira nas sobras. Já a federação PT/PV/PCdoB aparece como a mais forte, com expectativa de três eleitos. O cenário ainda depende de ajustes finais nas chapas e do desempenho dos puxadores de votos.
Mesmo com a possibilidade de a governadora não renunciar, os grupos políticos do RN já se articulam para uma eventual eleição indireta. Três blocos fazem contagem prévia de votos na Assembleia Legislativa. Allyson Bezerra tem sete votos, enquanto os grupos de Fátima Bezerra e Rogério Marinho somam oito cada. A indefinição de Ezequiel Ferreira e as regras do pleito podem ser decisivas.
O debate jurídico sobre uma possível renúncia da governadora do RN envolve a obrigação do presidente da Assembleia assumir o Governo e os efeitos eleitorais dessa substituição. A sucessão, em caso de dupla vacância, é dever constitucional e não uma escolha. A principal controvérsia está na possibilidade de inelegibilidade, mesmo em exercício provisório. O texto sustenta que o exercício pleno do cargo, ainda que temporário, produz efeitos jurídicos vedados pela legislação eleitoral.
O PL já definiu sua chapa para as eleições de 2026, mas optou por divulgar os nomes de forma estratégica. Álvaro Dias será o candidato ao Governo, tendo Babá Pereira como vice. Para o Senado, a dobradinha será formada por Styvenson Valentim e Coronel Hélio. O anúncio completo deve ocorrer em breve, já que não há negociações em andamento com outros partidos.
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O senador Styvenson Valentim acionou o STF após ser excluído do acordo da bancada federal do RN sobre as emendas de 2025. Ele questiona a legalidade do processo, alegando falta de colegialidade, transparência e deliberação formal. Segundo o parlamentar, a decisão atendeu a interesses de um grupo restrito da bancada. Styvenson pede que o STF revise os critérios adotados e avalie a regularidade dos empenhos.
O processo da eleição indireta para o mandato tampão no RN ganhou novos contornos jurídicos. Segundo entendimento especializado, o presidente da Assembleia Legislativa assume o governo para conduzir o pleito, salvo renúncia. A ocupação provisória do cargo não gera inelegibilidade após abril de 2026. Com isso, Ezequiel Ferreira passa a ter papel central na condução do Estado e da eleição indireta.

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