Pela segunda vez, o Tribunal Regional Eleitoral suspendeu a divulgação de uma pesquisa do Instituto Veritá no Rio Grande do Norte. A decisão aponta falhas na estratificação da amostra, que não refletiria corretamente a composição da população. Embora seja crítico da judicialização excessiva das pesquisas, neste caso o problema atinge um dos pilares da metodologia científica. A reincidência do instituto agrava a situação e reforça a necessidade de maior rigor técnico. Para o articulista, além da suspensão, o caso poderia justificar a aplicação de multa.