Em meio às atenções voltadas para o anúncio de Walter Alves, Allyson Bezerra avançou de forma decisiva no tabuleiro político. Com o apoio do MDB, além de PP, PSD e União Brasil, ele consolida um palanque robusto. O fortalecimento reacendeu até conversas sobre palanque único da oposição. Mesmo improvável, o debate confirma a elevação do patamar político de Allyson.
Walter Alves já decidiu não assumir o Governo do Estado, disputar uma vaga na Assembleia Legislativa e apoiar Allyson Bezerra. O anúncio público deve ocorrer até 31 de janeiro de 2026 e só será feito após conversa com a governadora. Apesar da definição, ainda não há aval de Ezequiel Ferreira, que o MDB tenta convencer até o fim do mês. Mesmo sem esse apoio, Walter Alves está decidido a seguir com o plano já definido.
O anúncio feito por João Maia confirma a aliança entre MDB e a Federação PP/União Brasil, selando o entendimento entre Walter Alves e Allyson Bezerra. A decisão implica o rompimento político do MDB com o PT e uma mudança relevante no cenário estadual. Walter não assumirá o Governo, será candidato a deputado estadual e apoiará Allyson ao Executivo. Permanecem dúvidas sobre a entrega de cargos e o posicionamento de Ezequiel Ferreira.
Walter Alves e Allyson Bezerra têm encontro marcado para tratar de temas administrativos e políticos. Na pauta, está o destravamento do Complexo Viário 30 de Março, que depende de ajustes junto ao DNIT. No campo político, o diálogo envolve a entrada do MDB no palanque de Allyson e a disputa por espaços estratégicos para 2026.
Após a decisão de Walter Alves de não assumir o Governo, o PT potiguar passou a enxergar uma oportunidade na eleição indireta. A maioria do partido defende Cadu Xavier como nome para o mandato tampão, apostando no fortalecimento político, no enfrentamento do discurso da quebradeira e na defesa do legado de Fátima Bezerra. O principal desafio agora é conquistar os 13 votos necessários na Assembleia Legislativa.
O texto esclarece equívocos sobre a eleição indireta para o mandato tampão de governador no RN. Explica a ordem correta da sucessão, o papel provisório de quem assume interinamente e a obrigação de convocar eleições em até 30 dias. Destaca que não há lei vigente regulamentando o processo e que caberá à Assembleia definir as regras. Também aponta possíveis questionamentos jurídicos conforme os critérios adotados.

SOBRE NETO QUEIROZ

SOBRE O BLOG