Faltando cinco meses para as eleições de outubro, o que andam fazendo os pré-candidatos ao Governo do Estado e ao Senado pelos rincões do RN? O blog deu uma olhada nas agendas dos candidatos, vasculhou as postagens nas redes sociais e montou uma análise sobre quem está fazendo o quê. O objetivo foi detectar a direção que cada campanha está tomando. Há campanhas visivelmente com algum rumo e outras ainda completamente sem direção.
A aliança política em torno de Allyson Bezerra deve decidir nesta semana sobre a inclusão de Carlos Eduardo na disputa ao Senado. Há divisão interna: parte dos partidos defende candidatura única, enquanto outros apoiam a dobradinha com Zenaide Maia. Os defensores argumentam que Carlos agrega votos, especialmente na Grande Natal. A tendência majoritária, segundo apuração, é de que sua candidatura seja confirmada.
Flávio Rocha confirmou que não será candidato ao Senado pelo Rio Grande do Norte, encerrando especulações após movimentações políticas recentes. O empresário apoiou publicação que defende sua atuação sem necessidade de mandato. Declarações anteriores do Partido Novo haviam alimentado rumores sobre sua pré-candidatura. Com o posicionamento público, o tema é considerado definitivamente encerrado.
As pré-candidaturas de Dr. Bernardo, pré-candidato a deputado federal, e Kaline, pré-candidata a deputada estadual, seguem ganhando força no interior do Rio Grande do Norte. No último sábado (02), o casal esteve na cidade de São Rafael, no Vale do Assú, onde participou de um encontro com vereadores e lideranças locais, reforçando o diálogo político e ampliando sua base de apoio na região.
Mesmo com a chuva registradas no final de semana bem acima do esperado, vários pontos que historicamente alagavam na cidade de Mossoró não registraram transtornos após os serviços de drenagem realizados pela Prefeitura Municipal.
Saiba sobre a articulação da base da governadora Fátima Bezerra para o Senado, com a possível confirmação de Rafael Motta ao lado de Samanda Alves. Destaca a importância da unidade entre os partidos e o risco de disputas internas. O papel estratégico de Rafael para garantir o segundo voto e conter o avanço de Zenaide Maia. Com apoio do grupo, ele se torna mais competitivo do que em 2022.

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