A federação União Brasil e PP ainda não conseguiu completar sua nominata federal, restando três nomes indefinidos. Dois deles precisarão ser mulheres, conforme exigência legal. Há dificuldade na formação da chapa, especialmente para encontrar nomes competitivos. Com isso, a projeção eleitoral caiu, e a federação deve eleger apenas dois deputados.
Veja uma análise do cenário das nominatas após o prazo de filiações, destacando ajustes e indefinições. O PL perdeu um nome, mas mantém uma chapa competitiva e ainda busca um nono candidato. Internamente, o partido projeta eleger três deputados, com possibilidade de um quarto. Já a federação União Progressista aparece em queda, podendo eleger menos representantes.
Cadu Xavier e Álvaro Dias apostam na polarização como definidora do segundo turno. Nesse cenário, Allyson poderia perder espaço, mesmo liderando pesquisas. Surge o dilema: atacar e fortalecê-lo ou ignorar e deixá-lo sem contraponto. A decisão estratégica pode influenciar diretamente o protagonismo da disputa.
A eleição de 2018 ao Senado no RN registrou mais de 1 milhão de votos brancos e nulos. Grande parte dos eleitores utilizou apenas uma das duas opções de voto disponíveis. O cenário revela dificuldade de engajamento no segundo voto e impacto no resultado. Os dados servem de alerta para estratégias eleitorais nas próximas disputas.
A base aliada de Allyson Bezerra vive impasse sobre a definição de um segundo nome ao Senado. Parte dos partidos apoia Carlos Eduardo, enquanto PSD e Zenaide resistem à indicação. Allyson evita se posicionar publicamente e tenta equilibrar os interesses da aliança. A tendência é que a decisão seja tomada em breve, apesar das tensões internas.
Renato Cunha Lima confirmou a pré-candidatura de Flávio Rocha ao Senado pelo Partido Novo no RN. Destacou que o empresário já cumpre os requisitos legais e articula apoio político. Revelou ainda tentativa de composição com Coronel Hélio. A tendência é que Flávio passe a ser incluído nas pesquisas eleitorais.

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