A decisão de Walter Alves de não assumir o Governo e apoiar Allyson Bezerra já era esperada, mas o foco agora é o pós-anúncio, especialmente a permanência dos cargos do MDB. Argumenta-se que manter espaço na estrutura do Estado não faz sentido, já que o MDB passa a atuar em aliança adversária ao Governo. Também é considerada improvável a hipótese de apoio paralelo do MDB a Fátima ou ao PT na eleição indireta. A conclusão é que o rompimento tende a ser total, com exonerações e redistribuição de cargos para atrair novos aliados.
Walter Alves comunicou oficialmente à governadora Fátima Bezerra que não assumirá o Governo, renunciará após a saída dela e disputará uma vaga na Assembleia Legislativa. O MDB manterá apoio a Lula e poderá apoiar Fátima ao Senado, mas não sustentará a candidatura governista ao Executivo. O rompimento altera profundamente o cenário político e obriga o Governo a rever sua estratégia para 2026.
Rogério Marinho intensificou conversas para definir seu papel nas eleições de 2026 até a próxima quinta-feira. O senador deve anunciar a desistência da disputa ao Governo e assumir a coordenação nacional da campanha de Flávio Bolsonaro. Antes disso, dialoga com aliados estratégicos, incluindo Ezequiel Ferreira, Álvaro Dias e Styvenson Valentim, para redesenhar alianças no Estado.
Antes de comunicar seu rompimento com o Governo, Walter Alves chamou Hermano Morais para uma conversa de urgência. O vice-governador apresentou a possibilidade de uma aliança com o União Brasil, na qual o MDB indicaria o vice da chapa de Allyson Bezerra. Hermano demonstrou interesse e autorizou o avanço das tratativas. O anúncio, porém, ficará para depois do lançamento da pré-candidatura de Allyson ao Governo.
Uma análise sobre a circulação de uma fala de Lula retirada de contexto e transformada em fake news para ataque político. Questiona a normalização da mentira quando ela atinge adversários ideológicos. Critica a seletividade moral de quem repassa conteúdos sabidamente falsos. E alerta para o perigo de sustentar a mentira como ferramenta legítima de disputa política.
A governadora Fátima Bezerra anunciou a destinação de um terreno para a construção de um estádio em Mossoró, com projeto inicial para cinco mil pessoas. Por enquanto, foi autorizada apenas a elaboração do projeto técnico, sem definição final de custos. O anúncio ocorre em meio a disputas políticas e após tentativas frustradas da Prefeitura de viabilizar a obra. Para a população, o essencial é ver o estádio sair do papel.

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