O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, marcou para 30 de março a entrega de sua carta de renúncia à Câmara Municipal. A informação foi revelada pelo deputado federal João Maia. Antes de deixar o cargo, Allyson aguarda a entrega de duas obras importantes: o Hospital Municipal e o Complexo Viário 15 de Março. Com a renúncia, o vice-prefeito Marcos Medeiros assumirá definitivamente a Prefeitura até dezembro de 2028.
Faltando 23 dias para decidir se renuncia ao governo para disputar o Senado, Fátima Bezerra depende da eleição indireta que escolherá seu sucessor no mandato-tampão. A disputa envolve três blocos principais: PT, PL e União Brasil. O governo calcula ter oito votos certos e tenta ampliar apoio entre deputados da chamada terceira via. Sem garantia de maioria na Assembleia, a renúncia da governadora ainda é considerada incerta.
A federação União Brasil–PP enfrenta dificuldades para montar suas nominatas de deputado federal e estadual no Rio Grande do Norte. Vários nomes que antes figuravam como pré-candidatos deixaram o projeto e buscam abrigo em outras legendas. Hoje, as chapas contam basicamente com parlamentares de mandato e poucos nomes competitivos. Com o prazo de filiação se aproximando, cresce o risco de novas mudanças nas nominatas.
A possível candidatura do empresário Flávio Rocha ao Senado pelo PL criou um impasse interno no partido no Rio Grande do Norte. O nome dele passou a ser cogitado após declarações demonstrando interesse na disputa, o que pressionou tanto Rogério Marinho quanto o Coronel Hélio, que já havia recebido sinal verde para a vaga. Parte do partido vê em Flávio maior força eleitoral, enquanto outros defendem Hélio, que já vinha construindo sua candidatura. O PL precisa decidir rapidamente, já que a apresentação da chapa está marcada para 21 de março.
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Próximo de se filiar ao Republicanos, o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, já trabalha na formação da nominata de deputado estadual do partido. A expectativa é que a chapa tenha força para eleger entre sete e oito parlamentares. A estratégia envolve articulação com Rogério Marinho e Paulinho Freire. O objetivo é que PL e Republicanos somem até 14 deputados e garantam o controle da Assembleia.
O senador Styvenson Valentim condicionou seu apoio à chapa de Álvaro Dias ao direito exclusivo de escolher os dois suplentes de sua candidatura ao Senado. Tentativas do PL de indicar nomes foram rejeitadas, incluindo uma proposta envolvendo o coronel Hélio. O senador mantém sigilo sobre os escolhidos. A postura reforça a ideia de uma campanha mais independente dentro da aliança.

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