A governadora Fátima Bezerra afirmou que nenhum partido possui votos suficientes para garantir a eleição indireta do mandato-tampão. O PT trata o tema como prioridade e intensifica articulações diretas com deputados estaduais. Enquanto a oposição avalia riscos e vantagens, cresce a análise de que retirar o PT da sucessão pode redesenhar o cenário ao Senado. Nos bastidores, o PT aparece hoje na dianteira da disputa.
Ezequiel Ferreira fez um discurso marcado por respeito e institucionalidade após a mensagem da governadora Fátima Bezerra à Assembleia. Reconheceu a trajetória política da governadora e defendeu a importância do debate democrático. Alguns interpretaram sua fala como sinal político, mas o tom foi de postura institucional. O episódio deixou uma lição clara: é possível fazer política com firmeza e respeito.
A presença da prefeita Marianna Almeida no lançamento da pré-candidatura de Allyson Bezerra chamou atenção após convite público do PT para que ela fosse vice de Cadu Xavier. A ausência de resposta e a exposição pública do convite geraram constrangimento ao partido. Allyson aproveitou o movimento e atraiu Marianna para sua campanha no Oeste. A precipitação do PT acabou favorecendo o adversário.
Na última mensagem à Assembleia Legislativa, Fátima Bezerra defendeu que o Rio Grande do Norte vive hoje uma situação fiscal e estrutural melhor do que a encontrada em 2019. A governadora destacou obras viárias, investimentos hídricos e avanços em áreas sociais. A oposição criticou a insistência na comparação com gestões passadas. Já os governistas afirmaram que os dados comprovam a recuperação do Estado.
O PT do Rio Grande do Norte avalia cenários eleitorais com e sem Natália Bonavides na chapa de deputado federal. Mesmo com a possível saída dela, o partido acredita que mantém condições de eleger três parlamentares. A principal dúvida envolve a redistribuição dos votos e o equilíbrio interno da federação. Antes de decidir, o partido pretende aprofundar pesquisas e projeções.
Na corrida para 2026, candidatos ao Governo do RN disputam o apoio de prefeitos como se isso fosse decisivo. Apesar dos números inflados nos discursos, a presença efetiva dessas lideranças nos palanques tem sido bem menor. A experiência eleitoral mostra que prefeitos são fundamentais nas disputas proporcionais, mas têm influência limitada nas majoritárias. A história confirma: ajudam, mas não determinam resultados.

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