O ex-senador José Agripino tem sido alvo de críticas diante das dificuldades na formação da nominata da federação União Progressista no Rio Grande do Norte. Comentários nas redes sociais e análises políticas apontam desgaste em sua articulação. A repercussão aumentou após carta do União Brasil impedindo a saída de vereadores para outras siglas. Analistas avaliam que a decisão pode ter sido um erro estratégico no atual momento político.
O ex-deputado Kelps Lima decidiu deixar a nominata da federação União Progressista após alegar descumprimento de acordos políticos firmados com deputados do grupo. Segundo ele, apoios de prefeitos e outras condições acertadas não foram concretizados. Após sair da federação, Kelps procurou a direção nacional do Republicanos. Com aval do partido, ele agora trabalha para montar uma nova nominata competitiva para deputado federal no RN.
A federação União Progressista realizou reunião para redefinir a estratégia de formação da nominata de candidatos a deputado federal no RN após a saída de Kelps Lima. O grupo pretende buscar nomes competitivos em Parnamirim, Mossoró e Natal. Allyson Bezerra deverá indicar um candidato ligado ao seu grupo em Mossoró. A meta da federação é montar uma chapa forte para disputar três vagas na Câmara Federal.
O Instituto Consult registrou na Justiça Eleitoral uma nova pesquisa sobre o cenário político do Rio Grande do Norte, com divulgação prevista para 19 de março. O levantamento ocorre após acontecimentos relevantes, como mudanças nas candidaturas da direita, operação da Polícia Federal e possíveis movimentos do PT. A expectativa é que os números indiquem os primeiros impactos desses fatos junto ao eleitorado. A pesquisa pode inaugurar uma nova rodada de levantamentos sobre a disputa eleitoral no estado.
O deputado Kléber Rodrigues vive um momento de forte ascensão política no Rio Grande do Norte e assumiu papel central nas negociações para a eleição do mandato-tampão. Ele articula nominatas do MDB e União Progressista e busca aproximação com a esquerda para disputar a presidência da Assembleia em 2027. Do outro lado, Ezequiel Ferreira organiza nominatas do Republicanos e do PL com meta de formar maioria na Casa. O cenário configura um verdadeiro jogo de xadrez político que influencia as eleições do mandato-tampão e de outubro.
PT e União Progressista intensificaram negociações para viabilizar um acordo político envolvendo a eleição do mandato-tampão no Rio Grande do Norte. A proposta prevê apoio do PT a Allyson Bezerra em eventual segundo turno e a liberação de votos do centro para eleger o sucessor de Fátima Bezerra. O entendimento também envolve articulações para as eleições de outubro e para a presidência da Assembleia Legislativa em 2027. Com cinco votos do centro e oito do governo, a base chegaria aos treze necessários para garantir a eleição.

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