As pesquisas Consult e Seta indicam crescimento consistente de Álvaro Dias após assumir a vaga de Rogério Marinho. Ele já supera os números que Rogério apresentava em dezembro, consolidando-se como mais competitivo. Apesar de ainda ter limitações de teto eleitoral, o cenário mostra mudança relevante. Novas pesquisas serão fundamentais para confirmar essa tendência.
A pesquisa do Instituto Seta aponta Allyson Bezerra na liderança com 37,3%, seguido por Álvaro Dias com 21,5%. Em comparação com dezembro, Allyson caiu dentro da margem de erro, enquanto Álvaro apresentou crescimento significativo. Nos cenários de segundo turno, Allyson vence com folga. A troca de Rogério por Álvaro fortaleceu o PL, sem impacto relevante na liderança de Allyson.
A pesquisa Consult mostra Álvaro Dias na liderança com empate técnico com Allyson Bezerra. O cenário muda após a entrada de Álvaro na disputa e eventos recentes envolvendo Allyson. Na corrida ao Senado, Styvenson Valentim mantém liderança com ampla vantagem. A disputa ainda deve sofrer alterações, especialmente com a saída de Fátima e entrada de Samanda.
Larissa Rosado lidera a disputa para ser vice na chapa de Cadu Xavier, atendendo aos critérios definidos pelos partidos aliados. Márcia Maia perdeu força recente na disputa pela vaga. Com a permanência de Fátima no governo, o PT decidiu acelerar as definições políticas. O partido também busca fechar a chapa ao Senado e as nominatas até o fim de abril.
O PT oficializou o nome de Samanda Alves como pré-candidata ao Senado, substituindo Fátima Bezerra na vaga da sigla. A escolha não impede uma possível candidatura de Thabatta Pimenta, que pode disputar a segunda vaga pelos aliados. O partido reforçou o compromisso com unidade, renovação e continuidade do projeto político no RN. Também foi reafirmado o apoio a Cadu Xavier ao Governo e a liderança de Fátima na articulação de 2026.
A formação das nominatas no RN vive um cenário de extrema instabilidade e mudanças constantes. Informações se alteram diariamente, com nomes migrando entre diferentes chapas. O processo tem sido comparado a uma “torre de Babel”, marcado por incertezas e indefinições. Até o prazo final de 4 de abril, o cenário segue imprevisível e sem garantias.

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