O Governo do Estado tem se empenhado em apresentar uma realidade econômica diferente daquela retratada pela oposição. Para isso, vem divulgando números que indicam uma situação fiscal hoje bem mais equilibrada do que a encontrada em 2019, ano em que a governadora Fátima Bezerra assumiu a gestão, sucedendo Robinson Faria.
Em 2025, o Governo do Rio Grande do Norte registrou um crescimento superior a 13,06% na Receita Corrente Líquida (RCL). Esse desempenho permitiu a redução das despesas com pessoal no último quadrimestre do ano.
Em 2023, o Estado comprometia 56,94% da RCL com gastos de pessoal. Em 2025, esse percentual caiu para 56,41%, o menor índice do período analisado. Em 2019, quando Fátima Bezerra assumiu o governo, esse comprometimento variava entre 63% e 64%. A meta estabelecida para 2026 é atingir 54%, o que representaria uma redução de aproximadamente dez pontos percentuais em relação a 2019.
Um outro dado relevante que combate a informação que o Estado quebrou, pois se endividou além do que podia, são os números mostram que a dívida pública hoje do RN representa 19% da Receita Corrente Líquida. Em 2018, quando Fátima assumiu, era de 36%.
A regularidade da folha de pagamento é outro ponto destacado pelo governo. Em 2019, havia quatro folhas salariais em atraso. Atualmente, todos os salários estão em dia, assim como o décimo terceiro. No pagamento de janeiro, já efetuado, todos os professores receberam também o terço constitucional de férias.
O Rio Grande do Norte cumpriu, em 2025, todos os limites constitucionais obrigatórios nas áreas prioritárias. Na saúde, cujo mínimo exigido é de 12% da receita resultante de impostos, o Estado aplicou 12,37%. Na educação, o investimento chegou a 27,46%, acima do mínimo constitucional de 25%.
O Estado também destaca ter sido o primeiro do Nordeste a registrar mais empregos com carteira assinada do que beneficiários do Bolsa Família. Soma-se a isso o fortalecimento da indústria local, com mais de 300 empresas beneficiadas nos últimos anos, gerando dezenas de milhares de postos de trabalho.
As informações fiscais e econômicas divulgadas pelo Governo do Estado têm como objetivo rebater o discurso da oposição, que insiste na tese de que o Rio Grande do Norte estaria quebrado e seria ingovernável. “Se fosse ingovernável, não teria tantos grupos lutando para assumir o governo”, afirma a governadora.





