Robinson, Benes e João Maia: a disputa mais imprevisível para federal. Quem sobra?

A nominata federal do União Brasil/PP, que forma a Federação União Progressista, tem tudo para eleger dois deputados federais em outubro. Essa é uma opinião quase unânime no Estado. A grande questão é saber quem serão os eleitos.

Nem preciso escrever sobre os problemas enfrentados pela nominata. Os fatos são de conhecimento de todos. Prefiro me debruçar sobre as chances de Benes Leocádio, João Maia e Robinson Faria e analisar qual deles poderá ficar sem mandato.

Pense numa previsão em que as opiniões estão divididas. Aqui mesmo no nosso blog, pelos comentários no Instagram, percebemos o quanto as avaliações são diversas. E justamente porque não há como cravar quem ganha e quem perde. As pesquisas mostram uma oscilação constante entre os três. São candidatos com campanhas de estatura semelhante. A diferença é de milímetros.

Entre os três, Robinson Faria é quem apresenta maior capilaridade e reúne mais apoios estruturais importantes. São cerca de 60 municípios onde deverá figurar entre os mais votados. Contudo, Robinson tem um voto mais difícil de ser levado até a urna, justamente pelo desgaste da imagem deixada por seu governo.

Benes Leocádio também possui muita capilaridade. Essa é uma de suas principais forças. Tem apoios menores do que os de Robinson, mas, em contrapartida, considero que possui um voto mais fácil de ser trabalhado e mobilizado por suas lideranças.

João Maia tem contra si o fato de ter perdido, em 2026, parte de suas bases eleitorais, tanto para Juninho Saia Rodada quanto para Dr. Bernardo. A seu favor está o fato de ser extremamente hábil em seus planejamentos eleitorais, capaz de medir com precisão a força de suas bases e os votos que podem chegar às urnas. João sabe do que precisa e sabe o que deve fazer.

É difícil fazer uma previsão sobre qual dos três ficará de fora. Não vejo possibilidade de os três se elegerem, assim como considero bastante difícil que a nominata conquiste apenas uma vaga. Minha projeção é de duas cadeiras. Serão dois eleitos e um deles ficará de fora.

Citar agora os nomes de quem entra e quem sai seria mero palpite, tamanha a igualdade entre eles. A definição promete ser no voto a voto, com emoção garantida até o momento da apuração.

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