A convenção da Federação União Progressista (União Brasil e PP) frustrou as expectativas. Embora já se soubesse das dificuldades para montar a nominata de deputado federal, mesmo com Allyson Bezerra afirmando, em entrevistas, que o grupo teria uma chapa forte, não se imaginava que a composição ficaria tão aquém do esperado.
A rigor, a nominata federal conta com os nove nomes, mas tem somente três candidatos considerados competitivos: João Maia, Benes Leocádio e Robinson Faria. Os demais formam uma esteira eleitoral considerada frágil. A projeção é de que a federação dispute apenas duas vagas, o que significa que um dos atuais deputados federais poderá ficar de fora.
Mesmo para conquistar essas duas cadeiras, será necessário que João Maia, Benes Leocádio e Robinson Faria somem, juntos, cerca de 400 mil votos. Abaixo desse patamar, cresce o risco de a federação eleger apenas um deputado federal.
A nominata de deputado estadual também ficou abaixo das expectativas. Com apenas 20 nomes, a chapa foi registrada com cinco vagas em aberto. Além disso, a esteira eleitoral também acabou sendo considerada fraca.
Há sete candidatos mais competitivos disputando, no máximo, cinco vagas: Galeno Torquato, Nélter Queiroz, Neílton Diógenes, Kléber Rodrigues, Cínthia Pinheiro, Júlio César e Robson Carvalho.
Mesmo reunindo o palanque mais robusto em termos de força partidária, formado por União Brasil, PP, PSD, MDB, Republicanos e Solidariedade para as disputas proporcionais, a chamada “terceira via” acabou demonstrando menos fôlego do que se esperava.





