O PSDB já iniciou consultas internas para discutir alianças políticas, apesar de o presidente estadual, Ezequiel Ferreira, afirmar que a definição ocorrerá apenas mais adiante. As conversas começaram com pré-candidatos a deputado estadual e mostram uma divisão significativa dentro do partido. Diante desse cenário, cresce a possibilidade de flexibilização interna, permitindo diferentes posicionamentos dos filiados. A hipótese mais provável, segundo fontes, é uma aliança formal com liberdade para dissidências internas.
O texto analisa os impactos do caso envolvendo Vorcaro e o Banco Master na campanha de Flávio Bolsonaro, destacando que o principal dano não seria jurídico ou político, mas simbólico: a perda de confiança. O autor argumenta que parte do eleitorado bolsonarista moderado havia começado a rever a imagem de Flávio, mas voltou a enxergá-lo com desconfiança após o episódio. O texto diferencia o eleitor fiel do eleitor decisivo, apontando que este último é o mais afetado pelo desgaste. Por fim, sustenta que o caso enfraquece a narrativa moral que sustentava parte do discurso bolsonarista.
Teremos sete pesquisas sendo divulgadas no Rio Grande do Norte entre esta quinta-feira e domingo. São sondagens contratadas, na maioria, por órgãos de mídia e algumas feitas com recursos próprios dos institutos. Saiba quais são essas pesquisas e os detalhes.
O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira (PSDB) realizou nesta terça-feira (26) uma visita ao Hospital do Seridó, em Caicó, ao lado do prefeito Dr. Tadeu,. O prefeito é filiado ao PSDB e oficializou hoje que vai apoiar a reeleição de Ezequiel.
O PT pretende fortalecer no Rio Grande do Norte a estratégia do chamado “time de Lula”, associando seus candidatos diretamente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A aposta é que a popularidade de Lula impulsione nomes como Cadu Xavier, Samanda e Rafael. Internamente, o partido calcula que a transferência parcial dos votos do presidente pode garantir presença no segundo turno e fortalecer a disputa pelo Senado. Apesar disso, há preocupação porque a associação entre Cadu e Lula ainda não produziu o impacto esperado nas pesquisas.
A atuação de Rogério Marinho na coordenação da campanha de Flávio Bolsonaro vem sendo alvo de críticas internas no PL. Reportagens da Veja e do UOL apontam reclamações sobre o estilo centralizador do senador e sua interferência em áreas estratégicas da campanha. Parlamentares também reclamam da dificuldade de acesso a Flávio e da falta de diálogo com aliados. Apesar da pressão, a tendência é que Rogério permaneça no cargo, mas com mudanças na condução política.

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