O PSDB segue discutindo qual posição adotará nas eleições de 2026, mas a direção do partido tenta reforçar um discurso de unidade interna. Em nota, Ezequiel Ferreira afirmou que a decisão será construída de forma coletiva, ouvindo lideranças e pré-candidatos da legenda. O partido também sinaliza que não haverá definição apressada ou imposta de cima para baixo. Nos bastidores, integrantes do PSDB têm destacado a importância do diálogo e do consenso. O posicionamento de Ludimilla Oliveira, defendendo respeito à decisão partidária, reforçou essa estratégia de união.
Com Styvenson Valentim mantendo liderança isolada nas pesquisas, a principal disputa ao Senado no RN passa a ser pela segunda vaga. Zenaide Maia aparece hoje em posição mais confortável, mas Samanda Alves, Rafael Motta e Coronel Hélio seguem competitivos. A análise aponta dificuldade da direita em conquistar as duas cadeiras e destaca a importância de furar bolhas eleitorais. O cenário ainda está aberto e pode mudar nos próximos meses de campanha.
A pré-candidatura de Dr. Bernardo a deputado federal segue ganhando força no Vale do Açu. Em São Rafael, o parlamentar ampliou sua base política com o apoio do vereador Fábio de Lulu, passando a contar agora com seis dos nove vereadores do município. Além do crescimento político, Bernardo também vem aparecendo entre os nomes mais citados nas pesquisas eleitorais. O pré-candidato afirma que tem construído sua caminhada com diálogo, alianças e presença constante nos municípios do interior.
O PSDB já iniciou consultas internas para discutir alianças políticas, apesar de o presidente estadual, Ezequiel Ferreira, afirmar que a definição ocorrerá apenas mais adiante. As conversas começaram com pré-candidatos a deputado estadual e mostram uma divisão significativa dentro do partido. Diante desse cenário, cresce a possibilidade de flexibilização interna, permitindo diferentes posicionamentos dos filiados. A hipótese mais provável, segundo fontes, é uma aliança formal com liberdade para dissidências internas.
O texto analisa os impactos do caso envolvendo Vorcaro e o Banco Master na campanha de Flávio Bolsonaro, destacando que o principal dano não seria jurídico ou político, mas simbólico: a perda de confiança. O autor argumenta que parte do eleitorado bolsonarista moderado havia começado a rever a imagem de Flávio, mas voltou a enxergá-lo com desconfiança após o episódio. O texto diferencia o eleitor fiel do eleitor decisivo, apontando que este último é o mais afetado pelo desgaste. Por fim, sustenta que o caso enfraquece a narrativa moral que sustentava parte do discurso bolsonarista.
Teremos sete pesquisas sendo divulgadas no Rio Grande do Norte entre esta quinta-feira e domingo. São sondagens contratadas, na maioria, por órgãos de mídia e algumas feitas com recursos próprios dos institutos. Saiba quais são essas pesquisas e os detalhes.

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