Jorge do Rosário intensificou sua campanha em Mossoró ao lado de Cabo Deyvison. A dupla tem realizado visitas, carreatas e motociatas em diversos bairros da cidade. A estratégia busca fortalecer a dobradinha e ampliar a votação dos dois candidatos. As ações nas ruas e nas redes sociais vêm aumentando a visibilidade de ambos.
Rafael Motta apresentou compromissos voltados ao desenvolvimento econômico e social de Mossoró. Entre as propostas estão investimentos em saúde e o fortalecimento da UERN. O candidato também anunciou a criação de um escritório permanente do mandato na cidade. A estrutura pretende aproximar o Senado da população e das instituições de Mossoró.
Na reta final da campanha, Allyson Bezerra, Álvaro Dias e Cadu Xavier adotam estratégias territoriais diferentes pelo RN. Allyson concentra esforços na Grande Natal, enquanto Álvaro divide as ações com Babá Pereira entre a capital e o interior. Cadu busca ampliar sua presença nas diversas regiões, com Larissa Rosado atuando especialmente em Mossoró. As movimentações mostram as campanhas tentando fortalecer suas bases e avançar onde identificam maior dificuldade.
A Operação Mederi tem sido alvo de interpretações imprecisas sobre o que a investigação diz a respeito de Allyson Bezerra. O áudio em que aparece a frase “esse prefeito é ladrão” não traz uma acusação direta de Oseas contra Allyson. Por outro lado, também não é possível afirmar que a PF não encontrou elementos contra o ex-prefeito, já que o inquérito segue em andamento. Da mesma forma, não há base para tratar uma eventual prisão de Allyson como consequência certa ou automática da investigação.
As projeções para as nominatas da Federação PT/PV/PCdoB mudaram na reta final da campanha no RN. Na disputa estadual, alguns cálculos apontam a possibilidade de a Federação ficar com cinco cadeiras, abaixo das seis inicialmente projetadas. Na Câmara Federal, também há projeções que colocam sob disputa a terceira vaga da Federação. O crescimento das nominatas do PL e do União Brasil/PP ajuda a explicar essa mudança no cenário.
Álvaro Dias e Cadu Xavier tentam conquistar eleitores de Flávio Bolsonaro e Lula que hoje votam em Allyson Bezerra. A questão é saber se esses votos pertencem prioritariamente aos campos ideológicos ou se parte desse eleitorado está consolidada com Allyson. A polarização pode produzir efeitos, mas não significa uma transferência automática de votos para Álvaro e Cadu. As próximas pesquisas ajudarão a medir até onde cada candidatura conseguiu avançar além de sua própria base política.

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