A base governista do Rio Grande do Norte vive um momento de tensão provocado pelas negociações da chapa majoritária. O acordo que prevê Rafael Motta como candidato ao Senado e Jean Paul Prates como suplente gerou insatisfação entre aliados, que acusam o PDT de concentrar espaços demais. Outro ponto de divergência é a estratégia de lançar dois candidatos ao Senado, diante do receio de divisão de votos enquanto Zenaide Maia disputa sozinha no campo adversário. Nos bastidores, cresce a avaliação de que o PT teme o fortalecimento político de Rafael Motta na disputa. Embora ainda não exista ruptura, dirigentes já enxergam sinais claros de divisão interna na aliança governista.