Aos 78 anos, Garibaldi Alves Filho afirmou que está se preparando fisicamente para participar da campanha de Walter Alves à Assembleia Legislativa. Em tom bem-humorado, disse que já voltou para a academia e até comprou um tênis novo para acompanhar a agenda do filho pelo Rio Grande do Norte. O ex-governador garantiu que continua apaixonado pela política e prometeu muito fôlego durante a campanha.
A pré-candidata ao Senado, Samanda Alves, criticou o início do recesso do Senado sem a votação da proposta sobre a jornada de trabalho 6x1. Ela afirmou que o Congresso tem deixado de priorizar pautas dos trabalhadores e defendeu a renovação do Senado nas eleições. Samanda também reforçou que seguirá ao lado do presidente Lula por considerar que ele representa os interesses da classe trabalhadora.
Cadu Xavier oficializou Larissa Rosado como candidata a vice em sua chapa ao Governo do Estado. O PT acertou na escolha por reunir representatividade feminina, força política em Mossoró e experiência eleitoral. A crítica, porém, recai sobre a forma do anúncio, feito às pressas e sem a presença das principais lideranças da base governista. O partido desperdiçou a oportunidade de transformar o lançamento da chapa em um grande ato político para impulsionar a campanha.
A postura de Allyson Bezerra diante das crises internas do União Brasil volta a ser alvo de críticas. O pré-candidato tem evitado intervir em conflitos envolvendo aliados, como nos episódios de Kelps Lima e, mais recentemente, de Carlos Eduardo Alves. A avaliação é de que o silêncio tem deixado parceiros políticos expostos a desgastes públicos. Para o autor, a omissão tem se tornado uma marca da pré-campanha de Allyson.
O PDT oficializou Jean Paul Prates como primeiro suplente de Rafael Motta na disputa pelo Senado, em um anúncio feito pela presidente estadual do partido, Márcia Maia. A decisão chamou atenção porque a definição das suplências vinha sendo tratada como uma construção conjunta entre os partidos aliados. O anúncio ocorreu dois dias após uma reunião reservada entre Rafael Motta e a governadora Fátima Bezerra, alimentando especulações sobre os bastidores da aliança. Sem detalhes sobre a conversa, permanecem dúvidas sobre como foi construída a decisão e quais serão os próximos movimentos do grupo governista.
Enquanto critica a situação da Previdência estadual, Allyson Bezerra é alvo de questionamentos por duas contradições apontadas em seu discurso. A primeira envolve o parcelamento, em 300 meses, da dívida previdenciária da Prefeitura de Mossoró com a PREVI Mossoró, aprovado após sua gestão. A segunda diz respeito à presença, em seu grupo político, do ex-governador Robinson Faria, citado como um dos responsáveis pelo agravamento da crise previdenciária do Estado. O texto sustenta que Allyson adota um discurso seletivo ao tratar do tema e questiona a coerência entre sua fala e sua atuação política.

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