A terceira pesquisa registrada em março no RN será realizada pelo Instituto Qualitta, com 1.200 entrevistas em 30 cidades. O levantamento já considera mudanças recentes, como a saída de Fátima Bezerra do Senado e a inclusão de Samanda Alves. Dois cenários são testados, com Flávio Rocha e Coronel Hélio como opções do PL. A ausência de Thabatta Pimenta no questionário é apontada como principal lacuna.
Thabatta Pimenta surge como possível candidata ao Senado, impulsionada pelo entusiasmo do PSOL nacional. A movimentação foi antecipada por apuração e ganhou força ao longo do dia. Enquanto parte do PT vê potencial no nome, outra resiste à candidatura. O principal obstáculo é o fato de Thabatta declarar voto em Zenaide Maia, mesmo sendo possível candidata.
Após anunciar que não disputará o Senado, Fátima Bezerra teve sua decisão cercada por análises e bastidores políticos. Apurações indicam dois movimentos articulados que teriam buscado inviabilizar sua candidatura. Entre eles, ações na Assembleia e incertezas envolvendo o vice-governador. Diante do cenário, a governadora optou por permanecer no cargo e preservar o projeto político para 2026.
Thabatta Pimenta pode disputar o Senado em 2026 após a decisão de Fátima Bezerra de permanecer no governo. A vereadora já iniciou articulações e avalia diferentes cenários partidários para viabilizar sua candidatura. Sua entrada muda o equilíbrio dentro da esquerda e também impacta a estratégia da oposição. O cenário eleitoral volta a ficar aberto e mais competitivo no estado.
“A coragem sempre me acompanhou, desde quando migrei da Paraíba para estudar, até quando renunciei a reeleições, sem falsa modéstia, asseguradas para me lançar a desafios até então impossíveis para alguém de sobrenome comum e do povo. Nunca tive medo da disputa eleitoral pois sempre me coloquei a serviço de um projeto maior de nação e de sociedade, que é maior que minha própria vida.
A governadora Fátima Bezerra deve desistir da renúncia prevista para abril por falta de segurança política. A instabilidade nas nominatas e a dificuldade de articulação na Assembleia inviabilizaram acordos. Mesmo com sinais de negociação, não há garantia de maioria para eleger um sucessor. Diante disso, a tendência é que ela permaneça no cargo até o fim do mandato.

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