A decisão de Allyson Bezerra de incluir Carlos Eduardo Alves como segundo nome ao Senado gerou atrito com Zenaide Maia. A senadora teme perda eleitoral com a divisão de votos no campo progressista. O impasse expõe interesses divergentes dentro do palanque. O desfecho pode impactar o equilíbrio da disputa no RN.
Pesquisa do Data Census mostra Allyson Bezerra liderando com ampla vantagem na disputa ao Governo do RN. No Senado, Styvenson e Zenaide aparecem à frente e próximos entre si. O levantamento tem alguns questionamentos sobre metodologia e ausência de nomes relevantes. Novas pesquisas serão necessárias para confirmar tendências.
A vereadora Nina Souza reagiu à acusação de Carla Dickson sobre uso da máquina pública em seu favor. Da tribuna da Câmara, desafiou a deputada a apresentar provas de coação eleitoral. Classificou a denúncia como leviana e defendeu sua trajetória política. Ao final, reafirmou sua força e disse que não será abalada pelas críticas.
A nominata de deputado federal da União Progressista no RN segue incompleta e sem uma liderança clara para conduzir sua formação. Alguns pré-candidatos, como Kelps Lima, reconhecem o problema, mas evitam assumir responsabilidade. Faltam três nomes, sendo dois femininos, e há pouca articulação entre os principais líderes. A expectativa é de que os nomes surjam, mas há dúvidas sobre a força eleitoral da chapa.
O PT sustenta que a demora na escolha do vice de Cadu Xavier é estratégica, visando ampliar a articulação política. Nos bastidores, porém, o partido já enfrentou recusas de nomes como Marianna Almeida e Gustavo Soares. A indefinição não indica necessariamente fraqueza, mas revela dificuldades na composição. Assim, a estratégia atual surge tanto como opção política quanto como consequência do cenário.
Screenshot
Screenshot
A deputada Carla Dickson afirmou que a Prefeitura de Natal estaria atuando em favor da pré-candidata Nina Souza. Ela relata dificuldades na disputa e aponta pressão sobre eleitores. Apesar de não criticar a candidatura em si, questiona o uso da máquina pública. O caso pode chamar atenção do Ministério Público Eleitoral.

SOBRE NETO QUEIROZ

SOBRE O BLOG