A candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Estado enfrenta resistência entre lideranças que apoiavam Rogério Marinho. A transferência automática de apoios não se confirmou, mesmo com articulações feitas por assessores do senador. Prefeitos cobram diálogo direto com Álvaro antes de qualquer decisão. Nos bastidores, cresce a avaliação de que parte da base do PL não seguirá unida na disputa.
O prefeito Allyson Bezerra revelou que seu grupo político avalia não lançar um segundo nome ao Senado. A estratégia seria concentrar esforços na reeleição da senadora Zenaide Maia. Allyson explicou que a matemática eleitoral pode favorecer esse caminho. Ele também alertou contra a comemoração antecipada de favoritismos na disputa ao Senado.
O prefeito Allyson Bezerra afirmou que o evento “RN do Futuro”, marcado para sábado em Natal, não terá anúncio de pré-candidatura ao Governo do Estado. O encontro será voltado ao debate das eleições de 2026 e das articulações políticas. Caso haja um chamamento dos partidos, Allyson disse que abrirá consulta à população antes de decidir. A definição oficial sobre uma eventual candidatura só deve ocorrer em um segundo momento, possivelmente em março.
O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, afirmou que não acredita na realização de eleições indiretas para mandato-tampão no Rio Grande do Norte. Segundo ele, a governadora Fátima Bezerra deve permanecer no cargo até o fim do mandato. Allyson disse que o tema não está na pauta dele nem de seu grupo político. Para o prefeito, somente o Governo estaria empenhado, neste momento, em articular uma eventual eleição indireta.
A eleição indireta para o mandato-tampão mobiliza governistas e oposicionistas em cálculos diários de votos. Com três grupos políticos em articulação, alianças se tornam inevitáveis e imprevisíveis. A polarização ideológica influencia o cenário, mas não determina sozinha os acordos. No fim, o peso maior deve ser o interesse eleitoral de cada deputado visando a disputa de outubro.
O Governo do Estado divulgou dados fiscais que ajudaram a conter o discurso de colapso financeiro. A redução do peso da folha de pagamento e da dívida pública em relação à Receita Corrente Líquida foram os principais destaques. Apesar de não eliminar críticas da oposição, os números fortalecem o discurso governista. O cenário também reacendeu embates políticos, especialmente envolvendo o vice-governador.

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