O PL decidiu que não lançará candidato próprio para a eleição indireta do mandato-tampão no RN. A estratégia é evitar associação do partido às dificuldades financeiras do Estado nos próximos meses. A legenda avalia que o desgaste do fim de governo deve permanecer com o PT. Ainda assim, o partido discutirá possíveis apoios ou alternativas de consenso.
A “Terceira Via” no RN vive um conflito interno sobre a estratégia para o mandato-tampão. Zenaide Maia defende inviabilizar um nome governista para impedir eventual candidatura de Fátima ao Senado. Já União Brasil e PP preferem dialogar com o governo, desde que o indicado tenha perfil técnico e sem viés eleitoral. José Agripino avalia que Fátima está desgastada e teria dificuldades eleitorais, enquanto Jaime Calado discorda dessa leitura. O impasse expõe o isolamento político de Zenaide dentro do próprio agrupamento.
União Brasil e PP decidiram não indicar nome para disputar o mandato-tampão no RN após a possível renúncia da governadora. A federação avaliou dois caminhos, mas a maioria prefere que o PT conclua o governo e assuma o desgaste. O grupo teme que assumir agora implique adotar medidas impopulares em plena campanha. A estratégia é participar das articulações sem reivindicar protagonismo imediato.
Zenaide Maia vê na possível candidatura de Fátima Bezerra ao Senado uma ameaça direta. A movimentação da governadora junto a deputados do palanque de centro tem gerado forte incômodo. Para Zenaide, impedir a viabilização de um governador-tampão é estratégico. O cenário aponta para tensão crescente dentro da própria aliança política.
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Álvaro Dias deve rever sua posição e assumir-se bolsonarista diante do novo cenário político. A filiação ao PL e o crescimento de Flávio Bolsonaro mudaram o cálculo estratégico. A decisão pode trazer ganhos e perdas, mas o grupo entende que é o caminho eleitoral mais seguro. O desafio imediato será reduzir a desconfiança do eleitor bolsonarista e consolidar essa base.
Uma análise das recentes ações dos Estados Unidos e Israel contra o Irã à luz de intervenções anteriores, como na Venezuela. Questiona-se a justificativa e os limites da intervenção norte-americana em outros países. Não se defende líderes específicos, mas critica a lógica de uso da força. Termina com uma reflexão sobre a escalada de conflitos internacionais.

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