O PDT deve oficializar Rafael Motta como candidato ao Senado nesta semana, com Jean Paul Prates como primeiro suplente. A escolha foi baseada em pesquisa interna que apontou Motta como nome mais competitivo. Apesar do resultado final ainda não ter sido divulgado, os dados preliminares já indicavam essa tendência. A partir de agora, o partido inicia o trabalho de marketing conjunto com Samanda Alves. A proposta inclui um possível mandato compartilhado entre Motta e Jean Paul.
O apoio de Kléber Rodrigues à candidatura de Samanda Alves reflete a articulação da governadora Fátima Bezerra para fortalecer o nome da vereadora. A estratégia inclui transferência de apoios, aproximação com o projeto nacional do PT e ampliação de visibilidade. Pesquisas iniciais acenderam alerta ao colocarem Samanda em posição desfavorável. Há ainda o risco de Rafael Motta se destacar na chapa. Diante disso, Fátima intensifica ações para tornar a candidatura competitiva.
Allyson Bezerra viajou a Salvador para fechar com o marqueteiro João Santana, em articulação do União Brasil. Ele apresentou o cenário político do RN e sua visão de comunicação. O pré-candidato tem atuado como protagonista do próprio marketing, com iniciativas como o projeto “167 razões”. A possível contratação de Santana reforça a profissionalização da campanha. O movimento indica fortalecimento estratégico para a disputa estadual.
Kelps Lima, pré-candidato a deputado federal, criticou duramente a atuação da bancada do RN em entrevista à Rádio Difusora. Ele afirmou que falta representatividade nacional e acusou parlamentares de priorizarem emendas e redes sociais. Também apontou ausência de liderança interna e articulação. Por fim, defendeu a necessidade de eleger nomes mais relevantes para o estado.
Kelps Lima reconheceu dificuldades na formação da nominata federal do União Brasil/PP, destacando falta de nomes para completar a chapa. Ele afirmou não estar envolvido na montagem, focando apenas na própria campanha. Apesar das fragilidades, acredita na eleição de até três deputados. Ainda assim, admite um cenário mais conservador, com apenas dois eleitos.
Já se aproxima de um mês do prazo em que a oposição previa a quebradeira do Estado, cenário que justificou a decisão de Walter Alves de não assumir o Governo. No entanto, o caos anunciado não se concretizou. A folha segue em dia e, embora existam problemas estruturais, o RN não vive o colapso previsto. O discurso de terra arrasada perdeu força e já não domina o debate. As críticas ao Governo continuam, mas sem o tom alarmista de antes. A “bomba” simplesmente não explodiu.

SOBRE NETO QUEIROZ

SOBRE O BLOG