É cada um por si na nominata federal do União Brasil/PP. Na de estadual, só um parece estar seguro

Como está a disputa interna nas nominatas federal e estadual da federação União Brasil e PP? Essa é uma boa pergunta que está sendo feita neste momento.

É sabido que a nominata federal enfrentou muitas dificuldades durante o processo de formação. Mesmo reunindo alguns dos mais habilidosos articuladores políticos, como João Maia, Kelps Lima, Benes Leocádio e Robinson Faria, o resultado foi uma nominata com apenas três nomes considerados realmente competitivos e uma esteira bastante frágil.

Dez em cada dez analistas políticos projetam dois eleitos na nominata. Há praticamente uma unanimidade também na avaliação de que um dos três principais deputados federais do grupo ficará sem mandato. O que está longe de formar consenso, porém, é a projeção sobre quais seriam os dois eleitos.

O clima interno é dos piores. Faz tempo que os três principais concorrentes não sentam à mesma mesa. É cada um por si. Até mesmo as regras da boa convivência política já foram quebradas, e não é de agora.

Com base nas pesquisas, João Maia aparece atualmente em situação mais difícil. As projeções colocam Robinson Faria e Benes Leocádio em posições mais favoráveis, enquanto João aparece mais atrás nas sondagens. Mas ninguém pode descuidar. A disputa envolve alguns dos políticos mais experientes do RN e, por isso mesmo, só estará definida quando as urnas forem fechadas.

Na nominata estadual de União Brasil e PP, o acirramento não chega ao mesmo nível da disputa federal, mas nem por isso deixa de existir uma concorrência pesada e, muitas vezes, um jogo bruto em busca dos votos.

A conta que está sendo feita é de que a nominata poderá eleger cinco deputados estaduais. Entre as projeções atuais, apenas um nome aparece em situação mais confortável: o deputado Kléber Rodrigues. Nas demais vagas, a disputa permanece bastante aberta.

Cínthia Pinheiro, Neílton Diógenes, Nélter Queiroz, Galeno Torquato, Júlio César e Robson Carvalho formam um grupo de seis nomes disputando, nessa projeção, as quatro vagas restantes. Entre os movimentos que mais chamam a atenção está o crescimento de Neílton Diógenes, acompanhado pela ampliação de suas bases políticas.

Cínthia, Júlio César e Neílton aparecem um pouco à frente dos demais nas sondagens realizadas até agora. Isso, entretanto, está longe de representar vaga garantida. A disputa promete ser apertada e, a exemplo do que ocorre no PL, também existe a possibilidade de candidatos alcançarem algo em torno de 40 mil votos e, ainda assim, terminarem na suplência.

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